>Hoje comemora-se o Dia do Rock, uma data sem qualquer significado prático, que tem o mesmo valor que o Dia do Quiroprático e o Dia do Pasteleiro. E a data não tem a menor importância justamente porque não há motivo para comemoração, principalmente se levarmos em conta o que anda acontecendo no rock brasileiro.

Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil


É isso mesmo o que você acabou de ler. A grande maioria das pessoas acha que bandas razoavelmente antigas – Titãs, Paralamas, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaíi – ainda servem de parâmetro para o cenário nacional. Infelizmente, não servem mais, principalmente pelo fato de que estas mesmas bandas não conseguiram renovar o seu público – o único dos grupos remanescentes do chamado “BRock” dos anos 80 que conseguiu tal proeza foi o Capital Inicial, muito menos por sua música e muito mais por conta do apelo do vocalista Dinho Ouro Preto com a mulherada adolescente, que transborda progesterona. Também é estarrecedor perceber que essa massa de pessoas pensa que o rock brasileiro atual resume-se a meia dúzia de bandas emos, com “destaque” para os pavorosos NxZero, Fresno, o sumido CPM 22 e outros menos votados.

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